domingo, 26 de outubro de 2008

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QUEM SOMOS
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS é uma irmandade de homens e mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças, a fim de resolver seu problema comum e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo. O único requisito para tornar-se membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de A.A. não há taxas ou mensalidades; somos auto-suficientes, graças às nossas próprias contribuições. A.A. não está ligada a nenhuma seita ou religião, nenhum movimento político, nenhuma organização ou instituição; não deseja entrar em qualquer controvérsia; não apóia nem combate quaisquer causas. Nosso propósito primordial é mantermo-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançar a sobriedade.


A HISTÓRIA DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS NA PARAIBA


A folhear um exemplar da Revista Seleções da Reader’s Digest, o paraibano Drault Villar, ex-combatente residente no Rio de Janeiro, deparou-se com o artigo intitulado “O Misterioso Remédio dos Alcoólicos”.
Quando ele estava na Itália encontrou no álcool a solução para o frio de 18 graus negativos. Retornando ao Brasil e após anos de bebedeiras, que lhe trouxeram problemas e constrangimentos.
Villar havia sido acometido recentemente, de uma crise de delirium tremens, um tipo de alucinação de terror que se manifesta no alcoólatra após uma parada forçada que varia de indivíduos para indivíduos. Ele havia atingido a margem extrema do alcoolismo.
As pessoas já o consideravam como um dependente e irrecuperável. Parentes e amigos não mais confiavam nele. Necessitava de uma saída para aquele fundo de poço.
Naquela semana de março de 1964, o que ele imaginou ver foi um grupo de soldados apontando-lhe metralhadoras e fuzis, apesar de não ser ativista político. Lembrou-se que um dos seus parceiros de copo viu gigantescos ratos e aviões saindo do guarda-roupa. Sua intuição o despertou e ele sentiu que deveria buscar socorro no endereço mencionado no artigo.
Era 13 de Maio, terça-feira, comemorativo à abolição da escravatura, resolveu escrever uma carta àquele endereço. “Hoje se comemora o dia da libertação de uma raça. Vocês vão me libertar da escravidão do álcool”.
O convite para comparecer a uma das reuniões chegou na mesma semana, como se fosse uma pequena vela a iluminar sua escuridão alcoólica. Demorou a localizar o endereço. Enfim, no dia primeiro de junho ingressou no “Grupo de A.A. Lapa” e continuou a freqüentar as reuniões.
Agora, longe do primeiro gole e vivendo o programa de recuperação A.A., sentia-se melhor em seu aspecto físico, mental e espiritual. Começava o fim do drama de seu alcoolismo iniciado há 19 anos. Resgatado para outra dimensão, ele estava numa nova escola de vida. Sua vontade era repassar ou compartilhar com outras pessoas aquela gama de experiências.
Precisava voltar à sua terra natal. A Paraíba o aguardava. No mês de agosto, decidiu viajar ao nordeste e rever familiares e amigos. Em Pernambuco, no dia 19 de agosto, com outros companheiros, realiza a primeira reunião que originou o “Grupo A.A. Recife”.
Dias depois, Drault Villar viajou de Recife à Campina Grande. Seu objetivo era formar A.A. na Paraíba.
Em visita ao amigo e médico, doutor João Ribeiro, conta que parou de beber e que está em Alcoólicos Anônimos; João Ribeiro se interessa pelo assunto e fica fascinado com a recuperação do amigo, colocando-se à disposição.
O médico pediu que Drault Villar fosse até ao IPASE (Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado) e procurasse a doutora Severina, assistente social daquele hospital.
Ela o recebeu muito bem e ambos trataram sobre o alcoolismo e se dispuseram abordar pessoas que tinha problemas com a bebida.
Preservando a anonimato, procuraram à imprensa local com objetivo de divulgar o que é alcoolismo e A.A. como um método de tratamento. Estavam convictos de que os frutos viriam.
Após isso, Drault Villar procurou falar com seu irmão, Estevão Villar, que tinha sério problema com a bebida. Falou a ele das suas experiências e sua vida atual sem a bebida alcoólica. Entretanto, Estevão Villar resistiu e não aceitou. Dias depois voltou a insistir, mas o irmão continuava bebendo.
Transcorreram-se dois dias, após aquele encontro, Drault Villar teria que retornar ao Rio de Janeiro, pois suas férias terminariam no mês de setembro.
Pela frente, tinha mais dez dias de viagens pela rodovia Rio/Bahia, na época em péssimas condições. Pensou que estavam frustradas as possibilidades de formar o A.A. da Paraíba.
Restava-lhe uma esperança. Havia plantado uma semente. Até comentou sobre isso com um dos seus irmãos.
Naquela tarde, ao chegar em casa, foi surpreendido com uma passagem aérea Recife-Rio, pela Panair do Brasil, oferta da sua mãe que estava feliz com a sua sobriedade.
A Passagem estava marcada para as 8 horas do dia 02 de setembro, o que facilitou a ele fazer outras abordagens ao seu irmão. Estevão Villar trabalhava na Empresa Texaco, pela manhã foi surpreendido com a visita de Luiz Leite, seu grande Amigo.
Falou a ele da chegada do seu irmão Drault Villar, a quem depois foi apresentado. Ao ser abordado por Drault Villar, Luiz Leite aceitou a mensagem de A.A.
Foi ao consultório do doutor João Ribeiro e lá marcaram uma reunião e discutiram sobre que nome daria ao primeiro grupo de A.A. da Paraíba.
Ficou certo que a reunião seria realizada no dia 26 de agosto daquele ano e que, por sugestão do médico João Ribeiro, o grupo seria chamado de Grupo Centenário em homenagem ao centenário da cidade de Campina Grande, acorrido naquele ano. Tudo encaminhado. Foram à casa de Nelson Spens e o abordaram e ele aceitou a mensagem.
Drault Villar disse ao irmão que Leite havia aceitado A.A.
Estevão Villar saiu e foi beber. Enquanto bebia ficou a pensar porque não aceitava a mensagem de Drault Villar. Porque o irmão estava em A.A. e ele não? Esta e outras interrogações passavam-lhe pela cabeça. Reuniram-se no dia 26 de Agosto de 1964, na Rua Monsenhor Sales, o doutor João Ribeiro, a doutora Severina, Drault Villar, Luiz Leite, Nelson Spens e outras pessoas. Para surpresa de todos, quando proferiram a Oração da Serenidade, que dava início à primeira reunião de Alcoólicos Anônimos em Campina Grande, Estevão Villar entrou na sala, e disse que aceitava a A.A. e se comprometia a trabalhar pela obra. Emocionado e com lagrimas nos olhos, D. Villar entregou ao irmão a primeira ficha de ingresso em A.A. Estevão Villar, por sua vez, fez o mesmo Luiz leite, que entregou também uma ficha a Nelson Spens. Assim teve início a formação de A.A. no estado da Paraíba. D. Villar abraçou a causa do serviço com humilde de A.A.
O seu trabalho não ficou só por aí, novos companheiros começaram a chegar e a unirem suas mãos às de Villar e deram início à construção do edifício espiritual de Alcoólicos Anônimos nas terras paraibanas.
Uma prova disto é que informações do acervo histórico de A.A. da Paraíba indicam que, depois de três anos da fundação do Grupo Recife e do Grupo Centenário, com a visita de membros do grupo Recife, no dia 30 de Dezembro de 1967, em João Pessoa, acontecendo a primeira reunião, visando a formação do Grupo A.A. João Pessoa, esse grupo, então denominado Grupo de A.A. Tabajaras, por não aceitar homenagear pessoas, funcionou até o mês de Abril de 1971.Após um recesso de quase três anos, o movimento retornou suas atividades na capital e no dia 1º de setembro de 1973, surgiu o Grupo de A.A. Nego, até hoje atuante.
Os grupos de A.A. Frei Albino e União são citados como o segundo e o terceiro grupos da irmandade, formados em João Pessoa.
Patos, foi a terceira cidade paraibana a receber Alcoólicos Anônimos, com a formação do Grupo de A.A. Espinharas no dia 13 de Maio de 1973 e Itaporanga como a quarta com a formação do grupo de A.A. Redenção do Vale, seguida de Catolé do Rocha, com o surgimento do Grupo de A.A. Agon, fatos ocorrido em 1974.Em Abril de 1978 surgiu o Grupo de A.A. Paz e Amor, em Bayeux. No ano seguinte surgiu o Grupo de A.A. Sorriso, em Sousa. A Partir da formação daqueles grupos surgiram outros em várias cidades da Paraíba.
Anos depois, em uma das suas andanças, Drault Villar ao entrar como que por acaso no estado de Espírito Santo, em 25 de junho de 1972, na cidade de Linhares, fundou o Grupo de A.A. Linhares, que deu origem ao movimento e Alcoólicos Anônimos naquele estado. Drault Villar, co-fundador de A.A. na Paraíba, natural de Taperoá (PB). Faleceu sóbrio em 08 de maio de 1986, com 63 anos. Estevão Villar, Primeiro Membro de A.A. paraibano, Permaneceu sóbrio e faleceu em 30 de Novembro de 1994, com 67 Anos.
25-Em 1976 teve início à estrutura do A.A. na Paraíba, com a criação da CENSAA-PB, Neste ano foi eleito o 1º delegado que participou da 1º Conferência. No ano de 1977 a CENSAA-PB entrou em recesso até 1982.
Dia 13 de Junho de 1982 foi à abertura da ISAA Borborema e no dia 20 a ISAA sertão bem como a reabertura da CENSAA-PB.
No Ano de 1986 no Mês de novembro, teve início na Paraíba à estrutura de Serviços Gerais, sendo eleito o 1º Coordenador de Área.
Em Janeiro de 1987 foram criados os três Primeiros distritos, sendo dois na capital e um em Campina Grande. De 1988 a 1991 mais seis Distritos foram criados, ficando na Área da Paraíba com nove Distritos, atualmente nesta Área existem 17 Distritos, Três Setores ESL e o Comitê de Área, desde 1977, quando A.A. brasileiro fez sua primeira Conferência de Serviços Gerais o estado da Paraíba esteve presente na Estrutura Nacional dos Serviços Gerais.
Como resultado desse trabalho, cujo objetivo é o Serviço de ajuda ao próximo Alcoólico sofredor; Hoje a Irmandade de Alcoólicos Anônimos na Paraíba tem três escritórios de Serviços Locais (ESLs).

O primeiro está localizado em João Pessoa, o segundo em Campina Grande e o terceiro em Patos.
Os comitês trabalhando com outros (CTOs) Desses escritórios estão em formação.
Temos três Setores compostos por 17 comitês de Distritos e cerca 150 Grupos de A.A. tradicionais em todo o estado, além de 13 Grupos de Apoio em Instituições e Empresas.
Declaramos que a JUNAAB levou ao nosso reconhecimento a História de Alcoólicos em Nossa Área e que concordamos plenamente com o conteúdo deste material.


GRUPOS QUE FAZEM PARTE DO DISTRITO CAMINHANDO






GRUPO PAZ E AMOR
Formação – 16/04/1978
Av. liberdade, 2862
SESI- Bayeux-Pb
Cep- 58305-000
Reuniões: Segunda a sábado
19h30 e domingo as 16h00

GRUPO TAMBAY
Formação: 24/10/1981
Rua Sacadura Cabral, s/n
Tambay-Bayeux-PB
Cep- 58307-260
Reuniões: Segunda e sábado
20h00 e domingo as 16h00

GRUPO NOVA VIDA
Formação: 19/01/1985
Rua São José, 166
São Bento- Bayeux-PB
Cep- 58305-210
Reuniões: Segunda a sábado
19h30 e domingo as 10h00

GRUPO MUTIRÃO
Formação: 18/06/1987
Qd 140 – Lt 71
Conj. Mario Andreazza- Bayeux-PB
Cep- 58305-000
Reuniões: Terça, quinta a sábado
20h00 e domingo as 10h00

GRUPO IMACULADA
Formação: 07/10/1987
Rua Dr. João Soares, s/n
Imaculada- Bayeux-PB
Cep- 58309-530
Reuniões: Domingo a sexta
20h00

GRUPO SÃO SEVERINO
Formação: 04/03/1990
Rua Admir Moreira de Araújo, s/n
Jardim São Severino- Bayeux-PB
Cep- 58306-220
Reuniões: domingo as 20h00

GRUPO VIDA NOVA
Formação: 18/10/1993
Av. Nova Liberdade, 50
Ilha do Bispo- J. Pessoa-PB
Cep- 58011-400
Reuniões: Segunda, quarta, sexta, sábado
20h00 e domingo as 19h30

João PessoaRua Padre Meira, 35 - 3ºandar - sala 306 Centro - CEP 58013-200Cx। Postal 146 - CEP 58001-970Tele fax: (83) 3222-4557


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Os Doze Passos de A.A. consistem em um grupo de princípios, espirituais em sua natureza que, se praticados como um modo de vida, podem expulsar a obsessão pela bebida e permitir que o sofredor se torne íntegro, feliz e útil. Não são teorias abstratas; são baseadas na experiência dos êxitos e fracassos dos primeiros membros de A.A.
OS DOZE PASSOS
PRIMEIRO PASSO:Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
SEGUNDO PASSO:Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
TERCEIRO PASSO:Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
QUARTO PASSO:Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
QUINTO PASSO:Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
SEXTO PASSO:Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
SÉTIMO PASSO:Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
OITAVO PASSO:Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
NONO PASSO:Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem.
DÉCIMO PASSO:Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
DÉCIMO PRIMEIRO PASSO:Procuramos através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e forças para realizar essa vontade.
DÉCIMO SEGUNDO PASSO:Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
OS DOZE PASSOS - Forma Integral: consultar o Livro: "OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES" Disponível na JUNAAB - Junta de Serviços Gerais de A.A. do Brasil. Avenida Senador Queiroz, 101 2 andar cj 205 Caixa Postal 580 - CEP 01060-970 S‹o Paulo/SP - ब्रासील

Já tentou parar de beber por uma semana (ou mais), sem conseguir atingir seu objetivo?

Muitos de nós "largamos a bebida" muitas vezes antes de procurar A.A. Fizemos sérias promessas aos nossos familiares e empregadores. Fizemos juramentos solenes. Nada funcionou até que ingressamos em A.A. Agora não lutamos mais. Não prometemos nada a ninguém, nem a nós mesmos. Simplesmente esforçamo-nos para não tomar o primeiro gole hoje. Mantemo-nos sóbrios um dia de cada vez.
2.
Ressente-se com os conselhos dos outros que tentam fazê-lo parar de beber?

Muitas pessoas tentam ajudar bebedores-problema. Porém, a maioria dos alcoólicos ressente-se com os "bons conselhos" que lhes dão. (A.A. não impõe esse tipo de conselho a ninguém. Mas, se solicitados, contaríamos nossa experiência e daríamos algumas sugestões práticas sobre como viver sem o álcool.)
3.
Já tentou controlar sua tendência de beber demais, trocando uma bebida alcoólica por outra?

Sempre procurávamos uma fórmula "salvadora" de beber. Passamos das bebidas destiladas para o vinho e a cerveja. Ou confiamos na água para "diluir" a bebida. Ou, então, tomamos nossos goles sem misturá-los. Tentamos ainda beber somente em determinadas horas. Porém, seja qual for a fórmula adotada, invariavelmente acabamos embriagados.
4.
Tomou algum trago pela manhã nos últimos doze meses?

A maioria de nós está convencida (por experiência própria) de que a resposta a esta pergunta fornece uma chave quase infalível sobre se uma pessoa está ou não a caminho do alcoolismo, ou já se encontra no limite da "normalidade" no beber.
5.
Inveja as pessoas que podem beber sem criar problemas?

É óbvio que milhões de pessoas podem beber (às vezes muito) em seus contatos sociais sem causar danos sérios a si mesmos, ou a outros. Você parou alguma vez para perguntar-se por que, no seu caso, o álcool é, tão freqüentemente, um convite ao desastre?
6.
Seu problema de bebida vem se tornando cada vez mais sério nos últimos doze meses?

Todos os fatos médicos conhecidos indicam que o alcoolismo é uma doença progressiva. Uma vez que a pessoa perde o controle da bebida, o problema torna-se pior, nunca desaparece. O alcoólico só tem, no fim, duas alternativas: (1) beber até morrer ou ser internado num manicômio, ou (2) afastar-se do álcool em todas as suas formas. A escolha é simples.
7.
A bebida já criou problemas no seu lar?

Muitos de nós dizíamos que bebíamos por causa das situações desagradáveis no lar. Raramente nos ocorria que problemas deste tipo são agravados, em vez de resolvidos, pelo nosso descontrole no beber.
8.
Nas reuniões sociais onde as bebidas são limitadas, você tenta conseguir doses extras?

Quando tínhamos de participar de reuniões deste tipo, ou nos "fortificávamos" antes de chegar, ou conseguíamos geralmente ir além da parte que nos cabia. E, freqüentemente, continuávamos a beber depois.
9.
Apesar de prova em contrário, você continua afirmando que bebe quando quer e pára quando quer?

Iludir a si mesmo parece ser próprio do bebedor problema. A maioria de nós que hoje nos encontramos em A.A., tentou parar de beber repetidas vezes sem ajuda de fora. Mas não conseguimos.
10.
Faltou ao serviço, durante os últimos doze meses, por causa da bebida?

Quando bebíamos e perdíamos dias de trabalho na fábrica ou no escritório, freqüentemente procurávamos justificar nossa "doença". Apelamos para vários males para desculpar nossas ausências. Na verdade, enganávamos somente a nós mesmos.
11.
Já experimentou alguma vez ‘apagamento’ durante uma bebedeira?

Os chamados "apagamentos" (em que continuamos funcionando sem contudo poder lembrar mais tarde do que aconteceu) parecem ser um denominador comum nos casos de muitos de nós que hoje admitimos ser alcoólicos. Agora sabemos muito bem quais os problemas que tivemos nesse estado "apagado" e irresponsável.
12.
Já pensou alguma vez que poderia aproveitar muito mais a vida, se não bebesse?

A.A., em si, não pode resolver todos os seus problemas. No que se refere, porém, ao alcoolismo, podemos mostrar-lhe como viver sem os "apagamentos", as ressacas, o remorso ou o desconsolo que acompanham as bebedeiras desenfreadas. Uma vez alcoólico, sempre alcoólico. Portanto, nós em A.A. evitamos o "primeiro gole". Quando se faz isto, a vida se torna mais simples, mais promissora e muitíssimo mais feliz.
Qual foi a contagem?Respondeu SIM quatro vezes ou mais?Em caso positivo, é provável que você tenha um problema sério de bebida, ou poderá tê-lo no futuro. Por que dizemos isto? Somente porque a experiência de milhares de alcoólicos recuperados nos ensinou algumas verdades básicas a respeito dos sintomas do alcoolismo - e de nós mesmos. Você é a única pessoa que poderá dizer, com certeza, se deve ou não procurar o A.A. Se a resposta for SIM, teremos satisfação em mostrar-lhe como conseguimos parar de beber. Se ainda não puder admitir que você tem um problema de bebida, não faz mal. Apenas sugerimos que você encare sempre a questão com mentalidade aberta. Se algum dia precisar de ajuda, teremos satisfação em recebê-lo em nossa Irmandade.